sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Mostra A Língua Toda_ALMA AZUL

“Perco-me, às vezes, numa imaginação fútil de que espécie de gente serei para os que me vêem, como é a minha voz, que tipo de figura deixo escrita na memória involuntária dos outros, de que maneira os meus gestos, as minhas palavras, a minha vida aparente, se gravam nas retinas da interpretação alheia.”
Bernardo Soares/Fernando Pessoa in "Livro do Desassossego "
Leituras do Livro do Desassossego (20 min. aprox.)
Alcains_Museu do Canteiro
1 Novembro às 18:00

terça-feira, 22 de Setembro de 2009

uma pausa forçada pelas circunstâncias da vida...entre o retomar e o não retomar... vamos aproveitar para reflectir


domingo, 13 de Setembro de 2009

Antes de descobrir a garganta

video

quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

Pesquisas_See you on the highway

"Crash"
David Cronenberg
"Death and Disaster Series"
Andy Warhol

segunda-feira, 17 de Agosto de 2009

Memories colector

"Krapp #2"
Nuno Leão

Memories colector

"Krapp #1"
Nuno Leão

domingo, 16 de Agosto de 2009

Super 8

video

segunda-feira, 27 de Julho de 2009

Pesquisas___Kiarostami sobre Close Up



O artista é o falsário elevado à enésima potência. Ele não copia simplesmente o verdadeiro, mas recria-o, transforma-o e metamorfoseia-se na sua transformação. Ele é um "criador de verdade".

quarta-feira, 22 de Julho de 2009

Pesquisas

sexta-feira, 17 de Julho de 2009

Pesquisas________In the hallway




quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Pesquisas_____ 1:21



terça-feira, 14 de Julho de 2009

Pesquisas



Belíssima Coreografia. Esta não me sai da cabeça

segunda-feira, 13 de Julho de 2009

As Ligações do Corpo

" Com a invenção do corpo institui-se finalmente a lógica da ligação em geral, do «corpo conectado», o wired body, que a técnica actual se expõe absolutamente. Depois de ter tido a consistência mítica de um fio, pois era essa a maneira como os gregos representavam a vida, um fio que se ia tecendo e estendendo até ser cortado. No final da história, o corpo é pendurado na linha que lhe dava vida."

in Corpo e imagem de J.A. Bragança de Miranda

Imagem:
Marc Quinn
No Visible Means of Escape IV
1996.Marc Quinn/Tate, London 2009.

sábado, 11 de Julho de 2009

Pesquisas

sábado, 27 de Junho de 2009

A INFÂNCIA

Recordo-me de encontrar uma pilha de capas de selos. Era o meu Pai que os coleccionava. Para ele era um trabalho: uma construção minuciosa de selos ordenados por datas; tudo isto equivalia, numa óptica bastante crua, a horas passadas, portas abertas e ruas percorridas em busca daqueles pequenos objectos para construir uma espécie de biografia filatélica de um outro povo e de uma outra época.
A criança pegou no trabalho do adulto e fez o que as crianças fazem com os trabalhos dos adultos: rasgou cada selo em pedaços mínimos, numa desconstrução minuciosa e assaz destrutiva. O som do gargalhar amplificado até se tornar um silêncio demasiado profundo aos ouvidos do filatelista, daqueles em que só o grito abafado é digno de o tentar quebrar.
No outro dia, entre uma garfada de arroz e outra de [ruído], os adultos [ruído] como duas crianças daquele episódio filatélico.

terça-feira, 23 de Junho de 2009

Banksy Versus Bristol Museum

sábado, 20 de Junho de 2009

3,14 ou...

... militantes da interpretação

sexta-feira, 19 de Junho de 2009

E a coisa começa a ser vislumbrada

"A vida parecia digna de ser vivida, apenas na medida em que a soleira a separar dormir de acordar era destruída como por passos de inúmeras imagens a flutuarem desordenadamente, em que a linguagem parecia autónoma, na qual som e imagem, imagem e som, se ligavam com exactidão automática de maneira tão perfeita que não restava lugar algum para o sentido"
Walter Benjamin

quinta-feira, 18 de Junho de 2009

Alberto Pimenta_no vergel_


domingo, 7 de Junho de 2009

Poéme Symphonique para 100 metrónomos (1962) - Gyorgy Ligeti



O compositor húngaro György Ligeti fez a peça Poème Symphonique pour 100 metronomes (Poema sinfônico para 100 metrónomos) em 1962. A peça exige dois “executantes” que trabalham antes da entrada da audiência. Cada um dos 100 metrónomos mecânicos, montados sobre uma plataforma no palco, tem a sua mola totalmente carregada e é ajustado para uma velocidade diferente. Depois disso eles são disparados da maneira o mais simultânea possível. Depois disso a platéia é admitida e toma seus lugares enquanto os metrónomos soam até que todos parem. À medida que param o pulso de cada metrónomo restante se torna mais distinguível dos demais. A “execução” normalmente termina com um dos metrónomos soando sozinho por alguns compassos. A peça foi gravada várias vezes. Uma das versões mais recentes dura cerca de 20 minutos.